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Sensores

Para a medição de precipitação, o mais comum é a utilização de sensores do tipo “colher basculante”, com resoluções e áreas de captação adequadas para os locais de instalação.

Existem versões destes sensores com aquecimento para evitar o entupimento em locais mais frios.

A medida da pressão atmosférica é habitual em estações meteorológicas. Normalmente, é processada a pressão reduzida ao nível do mar a partir da medição da pressão absoluta fornecida pelo sensor.

Para a medição da radiação solar, trabalhamos com os piranómetros da Delta Ohm LPPYRA10, LPPYRA02 e LPPYRA03, classificados de acordo com a recente ISO9060:2018 como Classe A, Classe B e Classe C, respetivamente.

Isoladamente, estes piranómetros medem a radiação solar global, embora possam ser utilizados para medir as componentes direta e difusa, recorrendo a dois sensores e a um arco de sombreamento.

Para estes dois parâmetros é habitual a utilização de um sensor combinado. Este sensor é colocado no interior de um escudo de radiação, fundamentalmente para proteção da radiação solar e precipitação.

Para a medição da direção e velocidade do vento, preferimos sensores do tipo ultrassónico pois, por não terem componentes móveis sujeitos a desgaste, necessitam de uma manutenção muito reduzida. Têm também a vantagem de não terem inércia mecânica, permitindo assim o seu pleno funcionamento a velocidades do vento muito reduzidas.